Eu vi Vicente Amigo no grande Palau de la Música
>
Já há muito tempo que queria visitar o Palau de la Música. A arquitectura é sugestiva e a sua importância no panorama musical internacional é, também, clara. No entanto, nao me apetecia visitá-lo por visitar. Queria senti-lo no seu máximo esplendor, ou seja, em plena actuação. No fundo, observá-lo na razão - ou emoção? - pela qual foi construído.
Calhou ser Vicente Amigo, como podia ter sido outro qualquer, desde que me despertasse uma mínima atenção. O facto relevante sempre foi o de assistir a um concerto de alguém que gostasse (embora, neste caso, não conhecesse demasiado) sentado naquelas históricas cadeiras.
E lá fui eu ao espectáculo. Era uma noite normal de quinta-feira e eu estava acompanhado do meu amigo Kiril, que é búlgaro e toca guitarra.
No fim, feitas as contas, não tenho palavras para descrever as sensações que ali vivi ao som das cordas daquele senhor. Já não sei se o Palau de la Musica foi grande devido à música de Vicente, ou se este, entusiasmado pela vibrante plateia e histórico cenário, se suplantou a si mesmo.
Vicente Amigo é sublime e forte. É poeta. A guitarra é parte das suas mãos e do seu coração também. E a envolvência que cria com a sua banda é digna da mais fiel das irmandades.
O público acudiu, chorou, vibrou e, como ele, fechou os olhos e sonhou. Para o Kiril, a sua habilidade e sensibilidade também representaram algo de absolutamente revelador!
E eu? Eu estava no Palau de la Música quando vi o grande Vicente Amigo. Mas podia estar noutro lado qualquer...

Já há muito tempo que queria visitar o Palau de la Música. A arquitectura é sugestiva e a sua importância no panorama musical internacional é, também, clara. No entanto, nao me apetecia visitá-lo por visitar. Queria senti-lo no seu máximo esplendor, ou seja, em plena actuação. No fundo, observá-lo na razão - ou emoção? - pela qual foi construído.
Calhou ser Vicente Amigo, como podia ter sido outro qualquer, desde que me despertasse uma mínima atenção. O facto relevante sempre foi o de assistir a um concerto de alguém que gostasse (embora, neste caso, não conhecesse demasiado) sentado naquelas históricas cadeiras.
E lá fui eu ao espectáculo. Era uma noite normal de quinta-feira e eu estava acompanhado do meu amigo Kiril, que é búlgaro e toca guitarra.
No fim, feitas as contas, não tenho palavras para descrever as sensações que ali vivi ao som das cordas daquele senhor. Já não sei se o Palau de la Musica foi grande devido à música de Vicente, ou se este, entusiasmado pela vibrante plateia e histórico cenário, se suplantou a si mesmo.

O público acudiu, chorou, vibrou e, como ele, fechou os olhos e sonhou. Para o Kiril, a sua habilidade e sensibilidade também representaram algo de absolutamente revelador!
E eu? Eu estava no Palau de la Música quando vi o grande Vicente Amigo. Mas podia estar noutro lado qualquer...
1 Comments:
oi, entao continuam a saborear os ventos barceloneses! boas ALceu
Enviar um comentário
<< Home